Bangkok, Tailândia.

Bangkok, Tailândia.

Eu amo viajar! Toda aquela coisa de experimentar uma nova cultura, novos sabores, ver novas paisagens e ainda por cima, fotografar tudo isso, me deixa muito animada! No começo desse ano (2018) eu decidi embarcar em uma missão de voluntariado na Tailândia. Porém, diferente das minhas outras viagens, nessa eu estava com muito medo. Sabe tudo aquilo que citei lá em cima sobre como as viagens me deixam animada? Pois é, dessa vez eu estava uma pilha de nervos. Como eu sempre viajei por prazer e diversão, fazer parte de uma missão que envolvia trabalho comunitário me deixou muito ansiosa. Eu não tenho um bom inglês, não sou uma pessoa muito sociável, tenho minha timidez natural, e bem, embarcar junto com um grupo de 20 pessoas rumo a um país do outro lado do mundo estava me tirando da zona de conforto. E é sempre difícil sair da zona de conforto, né? Ainda bem que eu tinha uma tábua de salvação para me agarrar (que dramática hahaha). E essa “tábua” era a fotografia. Viajei para a Tailândia com a missão de fotografar cada momento do trabalho voluntário do grupo no qual eu fazia parte. E agora, depois de alguns meses desde a viagem só posso dizer que eu fui uma grande boba por sentir medo. As pessoas com quem eu convivi durante esses dias foram maravilhosas! Conheci um país que me encantou e a cultura de um povo que me ensinou muitas coisas. Levarei para sempre a recordação dessa experiência com muito carinho dentro de mim. A Tailândia me tirou da zona de confortou, aguçou meus sentidos, me ensinou a confiar mais nas pessoas e em Deus, me ajudou a ser menos preconceituosa e me mostrou que as coisas boas simplesmente acontecem quando deixamos o fluxo da vida seguir. Dar o primeiro passo, arriscar e colocar a mochila nas costas são atitudes importantes, mas depois é preciso relaxar e aproveitar a paisagem. Fotografar essa missão foi incrível pelo fato de eu ter tido a sorte de congelar momentos tão especiais, mas essas são só fotos e esse texto são só palavras, são um décimo daquilo que vi, senti e vivi. É difícil traduzir à altura. 

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