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Quando estamos ligados ao self instintivo, à alma do feminino que é natural e selvagem, em vez de examinar o que por acaso esteja em exibição, dizemos a nós mesmas: “Estou com fome de quê?” Sem olhar para nada no mundo externo, nós nos voltamos para dentro e perguntamos: “Do que sinto falta? O que desejo agora?” Perguntas alternativas seriam: “Anseio por ter o quê? Estou morrendo de vontade do quê?” E a resposta costuma vir rápido. “Ah, acho que quero… na verdade o que seria muito gostoso, um pouco disso e daquilo… ah, é, é isso o que eu quero.” […] No final, porém, iremos encontrar o que procuramos e ficaremos felizes por termos feito sondagens acerca dos nossos anseios mais profundos. […] A natureza não pede licença. Floresça e dê à luz sempre que tiver vontade. Como adultas, precisamos muito pouco de licença, mas, sim, de maior criação, de maior estímulo dos ciclos selvagens.

Trecho do livro: Mulheres Que Correm Com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés

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