Recentemente precisei fazer codornas assadas para uma das minhas aulas de Gastronomia. Ô tristeza… confesso que ainda não me acostumei em preparar carnes, apesar de sempre tentar encarar o desafio como algo que tenho que lidar acabo ficando um pouco chateada. Fazer o quê.

Mas não vamos falar de codornas mortas, vamos falar de codornas vivas! Há algumas semanas atrás minha mãe comprou na agropecuária da minha cidade essas duas belezinhas, a Isolda e a Babette. Não são lindas? A cor, o padrão das penas e o tamanho, tudo colabora para deixar esses bichinhos altamente fofos. Infelizmente não dá para passar muito tempo com elas no colo, as codornas são ariscas e não podem ficar estressadas porque isso atrapalha na produção dos ovos. Então eu e a Eliza nos controlamos para não ficarmos mexendo muito com elas. Falando em ovos, uma delas já começou a botar! Não vejo a hora de construir o meu galinheiro para poder ter uma produção de ovos aqui no sítio. Ovos frescos, orgânicos e livres de hormônios. Já estou montando o projeto, mas não vou dar muitos detalhes, por enquanto.

Os nomes foram escolhidos por mim em homenagem à duas personagens da literatura. Isolda por conta da lendária história que narra o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos. Inclusive fez parte de alguns livros das lendas artesianas que eu tanto gosto. Já Babette vem de um conto muito bom que conta a história de uma grande cozinheira. Já resenhei esse conto aqui no blog e no canal, então se você quiser saber mais sobre ele clique aqui para ver.

Fiz algumas fotos da Isolda com a Eliza e outras com as duas na gaiola, infelizmente não podemos deixa-las soltas, as danadas somem e é muito difícil para pegar depois.

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Então é isso, Babette e Isolda apresentadas <3

Até a próxima pessoal!

Com amor,

Hady